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	<title>Michel Souza - Designer Empreendedor - Belo Horizonte/MG &#187; Seminário</title>
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		<title>Indicativos Econômicos, Sociais e Culturais para o Ensino do Design</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Apr 2010 02:08:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Michel Souza</dc:creator>
				<category><![CDATA[UEMG]]></category>
		<category><![CDATA[Design]]></category>
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		<category><![CDATA[Ensino]]></category>
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		<description><![CDATA[A Bauhaus não pode ser entendida como “idéia de um homem só”. A sua formatação foi pensada com o apoio de um grupo de professores e artistas com diversas formações, e foi uma experiência pedagógica que acabou se transformando num movimento cultural e artístico, se tornando um mito depois de seu fechamento. O ideal Bauhauseano [...]]]></description>
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<p>A Bauhaus não pode ser entendida como “idéia de um homem só”. A sua formatação foi pensada com o apoio de um grupo de professores e artistas com diversas formações, e foi uma experiência pedagógica que acabou se transformando num movimento cultural e artístico, se tornando um mito depois de seu fechamento.</p>
<p>O ideal Bauhauseano foi um dos que mais influenciou o ensino do design do Séc. XX. Muitas escolas tiraram várias lições de sua proposta pedagógica. Isso porque a gente percebe uma inovação no que diz respeito aos métodos de ensino e se diferenciava na estrutura pedagógica de currículo.</p>
<p>E hoje ainda podemos observar fortes influências dessa pedagogia de ensino, principalmente as disciplinas ligadas ao desenvolvimento de projetos.</p>
<p>“Toda a prática deveria ser seguida a partir de uma reflexão, e é o resultado desse processo que resultam novos conhecimentos.” (Valery Fraisse)</p>
<p>Por mais pragmático que o design possa ser, ele é sempre resultante de algum tipo de reflexão. E isso apresenta de forma bem clara quando relacionamos o design com tecnologia. Enquanto tecnologia pode ser entendida como “a maneira de se fazer as coisas”, o design é “a maneira de se pensar estas coisas”. Estamos em um momento em que a tecnologia evolui a cada segundo, culturas se mesclam e o design exerce o papel fundamental de mediador.</p>
<p>Há muito tempo existe uma discussão acadêmica em relação ao seu desempenho pedagógico e sobre a postura da instituição. De um lado nós, alunos, eternos reclamantes. Do outro o corpo docente com sua mesma postura ao longo dos anos, preparando sua já conhecida aula. Como estudantes, podemos detectar facilmente vários problemas na estrutura das instituições.</p>
<p>Com isso, a faculdade fica como uma mera mediadora, enquanto o foco deveria ser a de troca de conhecimento. Uma atuação recíproca. São vários pontos a serem questionados: infra-estrutura, acesso restrito, laboratórios deficientes e às vezes até a própria postura intocável de alguns professores, claro, sem tirar o mérito de nenhum deles.</p>
<p>Porém do outro lado tem os próprios alunos, que muitas vezes se colocam em sua mesa, onde aguardam fórmulas para todos os problemas e esquece onde está o questionamento e a participação.</p>
<p>Infelizmente o comodismo é uma característica impressa no cidadão contemporâneo por diversos motivos. Sendo assim, não podemos apenas criticar as instituições, e sim sempre pensar no conjunto aluno/professor/instituição como uma engrenagem. E perceber que o design se desenvolve de uma forma muito rápida, e que os métodos de ensino devem seguir no mesmo ritmo dessa evolução.</p>
<p>“A Universidade tem  obrigação de formar cidadãos, que entre outras coisas devem ser capazes de exercer uma profissão.” (Professor Ari Rocha, A folha que sobrou do caderno).</p>
<p><span style="color: #3366ff;">Trecho do relatório redigido por Vinícius Mota</span></p>
<p><strong>Trabalho Acadêmico &#8211; Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG)</strong><br />
Seminário na Disciplina Fatores Filosóficos, Sociais e Culturais III &#8211; Prof. Mário Santiago<br />
Alunos: Michel Souza, Taymerê Fonseca, Rodrigo Custódio e Vinícius Mota</p>
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		<title>Arte e Design</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Mar 2010 02:13:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Michel Souza</dc:creator>
				<category><![CDATA[UEMG]]></category>
		<category><![CDATA[Arte]]></category>
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		<category><![CDATA[Design Gráfico]]></category>
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		<description><![CDATA[Hoje tivemos mais um seminário, o assunto abordado foi &#8220;Arte e Design&#8221;.  Até onde o designer atua? Um artista pode ser designer? Existe o Artista Gráfico, o que ele faz? Uma discussão bastante relevante, afinal ainda temos dificuldade para explicar &#8220;o que é design?&#8221;  para os nossos tios e avós. A maioria das pessoas acreditam [...]]]></description>
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<p>Hoje tivemos mais um seminário, o assunto abordado foi &#8220;Arte e Design&#8221;.  Até onde o designer atua? Um artista pode ser designer? Existe o Artista Gráfico, o que ele faz?</p>
<p>Uma discussão bastante relevante, afinal ainda temos dificuldade para explicar &#8220;o que é design?&#8221;  para os nossos tios e avós. A maioria das pessoas acreditam que fazer design é o mesmo que desenhar ou fazer  &#8221;arte&#8221;. Mas, de fato estamos sempre criando uma arte, usamos este termo quando nos referimos a uma peça gráfica.  Essa questão de utilizarmos determinados termos relacionado a arte foi um dos assuntos abordados.</p>
<p>Basicamente, conseguimos chegar a conclusão que o design corresponde num projeto desenvolvido a partir de uma demanda e metodologia com o propósito de transmitir uma determinada mensagem para um público específico, e em contrapartida, temos a arte que é desenvolvida de forma subjetiva a partir de vários processos experimentais com objetivo de instigar a interpretação pessoal.</p>
<p>Nos últimos anos, a ascensão dos projetos experimentais no design garantiu o reconhecimento do trabalho de diversos designers hoje consagrados. Estes projetos experimentais são confundidos com obras de arte,  não podemos negar que o processo realmente é semelhante, mas onde estaria a diferença?</p>
<p>Durante a discussão, eu pensei até que ponto precisamos categorizar &#8220;o que é arte&#8221; e &#8220;o que é design&#8221;. Para mim o que mais importa é a distinção entre o designer e o artista, simplesmente, para que todos saibam dar o devido valor para cada profissional conforme os seus projetos e área de atuação.</p>
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		<title>Terça-feira, dia de seminário</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 02:50:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Michel Souza</dc:creator>
				<category><![CDATA[UEMG]]></category>
		<category><![CDATA[Design]]></category>
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		<description><![CDATA[Na aula de hoje, houve um seminário na disciplina Fatores Filosóficos com o Prof. Maria Santiago. O tema abordado foi a &#8220;As fronteiras do design grafico com outras disciplinas e saberes&#8221; apresentado por um grupo de alunos. Cada semana um grupo fica responsável por conduzir o seminário e apresentar um dos 12 temas proposto pelo [...]]]></description>
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<p>Na aula de hoje, houve um seminário na disciplina Fatores Filosóficos com o Prof. Maria Santiago. O tema abordado foi a &#8220;As fronteiras do design grafico com outras disciplinas e saberes&#8221; apresentado por um grupo de alunos. Cada semana um grupo fica responsável por conduzir o seminário e apresentar um dos 12 temas proposto pelo professor.</p>
<p>Estou participando de dois grupos, o que irá abordar os temas &#8211; &#8221; O Mercado de Trabalho para o Designer Gráfico&#8221;  e  &#8221; Indicativos Econômicos, Sociais e Culturais para o Ensino do Design&#8221;.  Sem dúvida, são dois assuntos que tenho grande interesse diante da carreira profissional que pretendo seguir.</p>
<p>Participei bastante da discussão, e como sempre, levantei algumas polêmicas ressaltando a contrastante  realidade do mercado com as fundamentadas metodologias nos apresentada durante o curso.</p>
<p>Por estarmos no 7° período percebo nitidamente o amadurecimento de todos comparando com o primeiro módulo da disciplina dada nos dois primeiros períodos.  Na época apenas o professor falava, não haviamos repertório suficiente para defender uma idéia, além do próprio receio de falar algo que não esteja no contexto.</p>
<p>Meu primeiro seminário será no dia 23 de março apresentando o tema &#8221; Indicativos Econômicos, Sociais e Culturais para o Ensino do Design&#8221;. Farei uma resenha dos próximos seminários para postar aqui.</p>
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